quarta-feira, 17 de novembro de 2010

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Não há distância...

Não há distância que o Seu amor não possa alcançar
Nem tempestade que Sua mão não possa acalmar
DEle eu preciso, Ele é tudo o que falta em mim
Cura a minha dor, tira o meu temor...

Ele é Jesus
Meu guia, minha luz
Só Ele tem palavras que consolam o meu coração
O Seu amor é maior, Ele sabe o melhor
Quer me trazer nova vida
Me rendo a Ele então
Me entrego em suas mãos

Ele criou o universo e governa em todos os tempos
Ele é o primeiro e o último, não existe outro Deus
Porque então temer, desde o princípio já preparou
O meu caminho, o meu futuro
Ele me ama e me escolheu para ser Seu

Por mais longe que esteja
Os meu sonhos ao lado de Cristo eu vou desvendar
Por mais dura que seja a dor
Quando estou em Seus braços eu vou superar
Quando eu me coloco aos pés da cruz
A vitória certa está
Só Jesus me aceita do jeito que sou
Imperfeito e também pecador

Ninguém me ama assim
Ninguém me ama assim
Ninguém me ama assim
Tanto amor por mim

Não há distância que o Seu amor não possa alcançar
Não há distância que o Seu amor
Não possa alcançar...

sábado, 30 de outubro de 2010

E se Drika não pusesse sua comida?

Um frequentador de igreja escreveu para o editor de um jornal e declarou que não fazia sentido ir aos cultos todos os domingos: "Eu tenho ido à igreja por 30 anos e durante esse tempo devo ter ouvido uns três mil sermões. Mas, por minha vida, com exceção de um ou outro, não consigo lembrar a maioria deles. Assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os pastores também estão desperdiçando o tempo deles."
Essa carta iniciou uma grande controvérsia na coluna "Cartas ao Editor", para alegria do editor-chefe do jornal, que recebeu diversas cartas, das quais, ele decidiu publicar esta resposta de outro leitor: "Eu estou casado há mais de 30 anos. Durante esse tempo minha esposa deve ter cozinhado umas três mil refeições. Mas, por minha vida, com exceção de uma ou outra, eu não consigo me lembrar da maioria delas, mas de uma coisa eu sei, todas elas me nutriram e me deram a força que eu precisava para fazer meu trabalho. Se minha esposa não tivesse me dado essas refeições, eu e nossos filhos estaríamos desnutridos ou mortos. Da mesma forma, se eu não tivesse ido à igreja para alimentar minha alma e a de minha família, estaríamos hoje em terríveis condições espirituais".
Extraído da 4ª Jornada Espiritual de 40 dias, pag. 54.

PS. Pai, por favor, faça todos pensarem nisso. Bjs! Te amo!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

É por causa das contrações...

Tive dias conturbados, mas não necessariamente ruins. Pelo contrário, cansativos, mas ótimos dias. Só que por causa da correria não consigo escrever com facilidade sobre as ideias em minha mente. Por outro lado, se as experiências não tivessem sido tão intensas, talvez eu nem tivesse sobre o que escrever. Paradoxo.
Aline teve Akin. Minha irmã e meu sobrinho. Muitas coisas me chamaram atenção durante todo o processo, mas escolhi especialmente uma para constar aqui e compartilhar com vocês.
No dia 26 de outubro pela manhã, quando sentia dores fortes, Aline se deslocou até à Maternidade, onde permaneceu até hoje, dia 29. Akin nasceu no dia 26 mesmo, às 23:15. Durante todo o dia ela sentiu dores terríveis - as chamadas contrações. Todos - familiares e amigos - estavam aflitos. Minha tia Andréa, que mora a 12 horas de Salvador e é enfermeira, ligou e me orientou sobre como Aline deveria reagir às contrações. Ela disse: "Diga a ela que quanto mais forte a dor, melhor. O aumento da dor é sinal de que tudo está indo bem." Paradoxo.
Ela continuou: "Diga a ela que toda vez que vier a dor, ela precisa cooperar, fazendo força, muita força."
Não era para ser assim. Não era preciso sentir dor para dar à luz um filho. A dor é fruto do pecado. A geração de um filho é ideal divino, mas a dor não. Deus também tem um ideal para a humanidade: que viva sobre o Reino magnífico de Jesus. Para isso, não era necessário haver dor. Mas a dor veio como consequência do pecado. O mundo sofre hoje contrações, das piores (hein, Ninha?). Jesus está para voltar. E o que eu digo? "Quanto mais forte a dor, melhor. O aumento da dor é sinal de que está tudo indo bem... Toda vez que vier a dor, ela (a humanidade: eu e você) precisa cooperar, fazendo força, muita força." É por isso que estou viajando...

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A viagem importante de Darwin

Em agosto de 1831, com apenas 22 anos, Darwin foi indicado para partir numa expedição com a incumbência de fazer o mapa cartográfico do extremo sul da América do Sul, a serviço do governo. Quem o indicou - um grande amigo e professor - disse que não fazia a menor ideia de quanto lhe pagariam e afirmou que a viagem duraria dois anos.
Darwin ficou muito entusiasmado com a idéia. Apesar de ser teólogo, dedicava sua vida à pesquisa da natureza. Só que naquela época os jovens não podiam fazer nada sem o consentimento de seus pais. Depois de muito vaivém, seu pai permitiu a viagem e ainda teve que prover-lhe os custos.
Quanto ao salário, soube-se depois que não havia qualquer honorário previsto para o pesquisador.
O navio era da Marinha e se chamava H.M.S Beagle. Partiu em 27 de dezembro de 1831 e só voltou para a Inglaterra em outubro de 1836. Os dois anos inicialmente previstos transformaram-se, portanto, em cinco. É que a viagem à América do Sul acabou se transformando numa volta ao mundo. E estamos falando aqui da que é considerada a mais importante viagem de pesquisa realizada em tempos mais modernos. O próprio Darwin se referiu à viagem com o Beagle como o acontecimento realmente mais importante de toda a sua vida.
Quando voltou para casa, aos 27 anos, já era um pesquisador famoso. E dentro de si já havia a clara noção daquilo que viria ser a sua teoria da evolução.